Q uando eu era miúda questionava-me muito sobre o que me rodeava e sobre o propósito de eu aqui estar. Eu tinha uma aptidão natural e inata para me ligar de forma energética a um plano superior. Isso originou uma grande curiosidade sobre o que existia em nosso redor, mas que não era materializável, o que me levou a querer explorar cada vez mais. D esde que me lembro de ser gente, lembro-me das noites passadas acordada a chorar, da minha falta de alegria, da sensação de abandono, o sentimento de não pertença, solidão, extrema sensibilidade e emocionalmente inconstante, entre tantas outras coisas...como crises de ansiedade e estados depressivos! P or isso é que o ponto de partida para o nosso desenvolvimento e transformação pessoal são as nossas histórias. O lhar para mim e para as minhas questões levou-me a querer fazer mais por mim. Nem a igreja me trazia a paz que eu procurava. No meu entender, no amor crístico não havia espaço para determinado tipo de afirmações e pro...
Partilhas sobre o que trago no coração